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este momento

31Ago09

Quando nos sentamos em zazen, quantos seres se sentam connosco? Ali onde nos sentamos, muitos seres – emoções, pensamentos, memórias, sensações físicas – surgem de momento a momento. No entanto este momento é muito simples. Então por que não cuidar dele com todo o coração?

Dainin Katagiri Roshi


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DSCF7526Fim de tarde… O Verão que ainda continua por Setembro… Chega-se ao quintal do Quintal e hoje é possível sentarmo-nos sobre a madeira das tábuas… Com o Sol que chega sempre até nós mesmo entre folhas das árvores… Voltamos a nós… Podemos fechar os olhos tranquilamente… Os vasinhos com tomilho e orégãos continuarão lá… Sentamo-nos connosco e todos os ínfimos sons que vão reaparecendo no Escutar… Até a aragem se senta connosco… O próprio tempo… A respiração aprofunda, envolvendo o umbigo… Há uma serenidade sempre nova que reencontramos apenas porque nos sentámos sem mais nada… Voltamos a casa… Silêncio em todos os sons… Até que é tempo de abrir, de nos movermos… Desta tranquilidade que permitimos em nós, surge cada movimento, cada postura, cada inspiração, cada expiração… Plenas, conscientes, sentidas, presentes… E assim a Energia em nós irá prolongar-se, recolher-se, expandir-se, voltar, torcer-se, mover-se, imobilizar-se, reconhecer-se… Cada vez mais subtil, cada vez mais firme… E quando nos levantarmos sentimos a diferença… Com os aromas do quintal; com as folhas na brisa… Yoga

Professor: Rui Lopes

datas: 25 de agosto, 1 de setembro, 15 de setembro, 22 de setembro, 29 de setembro
das 18.30 às 19.30

preço: 4 euros por aula
trazer colchão
local: Quintal, rua do rosário 177, Porto
tel/fax: +351 222 010 008
mail@quintalbioshop.com


Homem T

Juntei-me recentemente ao Couch Surfing. Foi há pouco mais de 3 semanas, mas aconteceu tanta coisa que não consigo imaginar que foi há tão pouco tempo. Muita gente entrou na minha vida, muitas histórias, muitas conversas… uma rede real de amizade e confiança.


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People long for big thrills. Peak experiences. Some people come to Zen expecting that Enlightenment will be the Ultimate Peak Experience. The Mother of All Peak Experiences. But real enlightenment is the most ordinary of the ordinary. Once I had an amazing vision. I saw myself transported through time and space. Millions, no, billions, trillions, Godzillions of years passed. Not figuratively, but literally. Whizzed by. I found myself at the very rim of time and space, a vast giant being composed of the living minds and bodies of every thing that ever was. It was an incredibly moving experience. Exhilarating. I was high for weeks. Finally I told Nishijima Sensei about it . He said it was nonsense. Just my imagination. I can’t tell you how that made me feel. Imagination? This was as real an experience as any I’ve ever had. I just about cried. Later on that day I was eating a tangerine. I noticed how incredibly lovely a thing it was. So delicate. So amazingly orange. So very tasty. So I told Nishijima about that. That experience, he said, was enlightenment.

Brad Warner, Zen is Boring

As pessoas estão sempre à espera de grandes emoções. Experiências extraordinárias. Muitas pessoas chegam ao Zen à espera que a Iluminação seja a experiência mais extraordinária de todas. A Mãe de todas as experiências. Mas não há nada de mais comum do que a verdadeira iluminação. Uma vez tive uma visão incrível. Vi-me a ser transportado através do tempo e espaço. Milhões, não, biliões, triliões, godziliões de anos tinham passado. Não figurativamente, mas literalmente. Num relâmpago. Vi-me no limiar do tempo e do espaço, um gigante imenso, composto pelas mentes e corpos de tudo o que alguma vez existiu. Foi uma experiência incrivelmente comovente. Exaltante. Fiquei nas nuvens durante semanas. Finalmente falei a sensei Nishijima sobre isso. Ele disse que era um disparate. Nada mais do que a minha imaginação. Fiquei de rastos. Imaginação? Esta era uma experiência tão real como qualquer outra que já tivesse vivido. Estava quase a chorar. Mais tarde nesse dia estava a comer uma tangerina. Notei o quanto era incrivelmente deliciosa. Tão delicada. Tão espantosamente laranja. Tão saborosa. Falei a Nishijima sobre isso. Essa experiência, disse ele, era iluminação.


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Data: sexta-feira 24 de Julho das 19h00 às 22h30

Programa da sessão: pâtés, petiscos, tapas…. uma cozinha divertida, que tanto pode servir de entrada para um jantar casual ou mais formal, como pode servir como refeição completa, juntamente com uma salada ou outro acompanhamento …

Menu: crepes chineses como molho agri-doce, folhados gregos, pâtés (tofu, beringela), pakoras (fritos de legumes), pão indiano

Formadora: Margarida Cardoso. Trabalhou durante cerca de 7 anos em cozinha vegetariana e pastelaria dietética nos restaurantes Pirâmide (Porto), Tsampa e Paradoxe (Bruxelas); geriu o restaurante biológico L’Autre Table, na Maison de l’Écologie, em Namur. Mais recentemente, estagiou nos restaurantes Terre a Terre em Brighton e Blah Blah Blah em Londres e integra a equipa do restaurante vegetariano Daterra em Matosinhos. Nos últimos 13 anos tem organizado e orientado cursos de meditação e de cozinha vegetariana. Foi recentemente convidada a dar formação em vegetarianismo no departamento alimentar da Universidade do Minho.

Preço: €25 (inclui a refeição)
Local: Quintal, Rua do Rosário, 177 Porto
Inscrições e informações: tlf 222 010 008 ou por email: mail@quintalbioshop.com


No último workshop de cozinha indiana no Quintal, fizemos um chutney que saiu muito bem! Desapareceu rapidamente, com os papadoms! Aqui vai então a “minha” receita, até encontrar uma talvez mais clássica:

Chutney de maçãs e figos

Descascar (se não forem biológicas) e cortar 3 ou 4 maçãs em cubinhos, cortar igualmente os figos em pedaços, levar ao lume com meio copo de água, sal, 2 colheres de sopa de açúcar, meia malagueta (ou pimenta de Caiena), algumas sementes de mostarda preta, algumas sementes de cominhos, 2 pitadas de caril, 2 colheres de sopa de vinagre. Vai a cozer até a fruta se desfazer, cerca de 20 min. Provar e eventualmente corrigir os tempos. Pode-se acrescentar mais uma colher de vinagre balsâmico no final.

Quanto à raita, que também acompanhámos com os papadoms, trata-se de um molho que às vezes converto em salada, e é muito simples: iogurte temperado com sal e cominhos; tomate e pepino cortado aos cubinhos; é muito fresquinho, óptimo com caril e chamuças picantes!


No excuses

25Jun09


superbe!


Marcel Steiner

Marcel Steiner recebeu ontem a transmissão do Dharma na presença do seu mestre e de Bernie Glassman. Será conhecido por Marcel Kyo-Sa Sensei. Teremos um professor Zen a residir (muito) brevemente em Portugal :) Continue reading ‘Um professor Zen em Portugal’